just believe

10/08/2009 à(s) 02:32
you brought me something strange to me
And you left me with something new
you can make my day but I can't see
through your swirls and eyes
But there is nothing for me to do but believe
Just believe

hot temptations

18/06/2009 à(s) 23:50
why don't you
come on closer
cause i want to show you
so just sit back now
just relax now
close your eyes
I will take care of you

no hot temptations
no sweet sensations
no sugar thoughts, though
coming all over you
or so, I guess so

although babe take it slow
take it all, do it my way
keep your eyes wide shut
but focus on me
your reaction
your instinct
to my action
its me what you want to see

and you're now thrilled
you loved the hot temptations
thousand twinkles in your eyes
you ask for sweet sensations

and I'm just here.. see you sleeping
with a smile in my heart

hi there

16/06/2009 à(s) 23:45
If I find her and if I meet her soon
Would she hold me and never let me go?

and if I just follow my heart
Would she let me borrow her winter coat?
But I don't know, she doesn't know

If I see her standing there alone
At the train station, three stops from her home
I have half a mind to say what I'm thinking anyway
But I don't know, they don't know

There's an airplane in the sky
With a big banner right behind
Loneliness is just a crime
but we've looked each other in the eye
And I said hello

- hi, my name is bruno and i'm here to save the world
- hello stranger, she said, she smiled at me
but she left, she left me no hope

primeiro beijo

12/06/2009 à(s) 14:17
o nosso primeiro beijo,
foi como a primeira gota de chuva
tal foi ardente desejo
que agora sei e vejo
na tua boca, todo o prazer, toda a expressão
de um dia voltar a viver
toda a novela do perfeito coração

aquele que arde sem se ver

11/06/2009 à(s) 17:52
Eis que subitamente faltou a luz,
olhámos um para o outro
cúmplices e atentos
iluminados apenas pelo pequeno clarão da lareira
E sorrimos.

Naquela velha casa, a lenha timidamente ardia
na pluviosa e gélida noite
O nosso saboroso chocolate arrefecia e ao fundo,
todo o envolvente som da nossa música
todo o envolvente som da nossa melodia

Lá fora o vento soprava e a incessante chuva caía
Abstraí-me de tudo isso e contemplei-te
segredei-te pequenas frases ao ouvido
soprei e cantei a nossa música só para ti

Soltaste o cabelo,
Teu longo e sedoso cabelo,
mais um símbolo da tua sensualidade
e caíste em meus braços
de olhos cerrados, encontrei teus lábios.

Percorreram a minha boca, ansiosa e agitada
percorreram o meu corpo, hirto e impetuoso
percorreram meu coração, ardente e fogoso
teus suaves e carnudos lábios.

E já desprovidos de qualquer indumento
a nossa pele arrepiava, nossos corpos tremiam ao toque
nosso delicado e afável toque com aquele
sabor que matou a minha sede
de amor, de carinho e de paixão
que matou o meu desejo
e penetrou o teu cheiro na minha pele
e penetrou a tua essência no meu coração

A luz não mais voltou,
ficaste entre mim e a aquela velha lareira
fitávamos todo aquele fogo,
que ainda timidamente ardia
dei-te um beijo de boa noite
E adormeci plácido e sereno.
na esperança de novamente acordar
e desejar-te um bom dia com alegria.

distância que nos vence

à(s) 17:46
Vi-te logo, quando entrei na sala mas não senti o teu perfume.
Vi-te logo, assim que subiste ao palco mas não ouvi a tua voz

Depois ficaste longe precisaste de atenção
Eu não pude deixar que o castigo da distância te vencesse,

Quis que sentisses, que nos tinhas deste lado mesmo que breves
e que lutámos para que o medo não te levasse.
Agora. não posso pensar que passo esta noite acordado
nem quero pensar que esta noite adormeço sozinho,
vou ficar a escrever, a divagar, vou ficar a pensar
sem a presença da lua, sem a luz do luar

Não vou ficar nesta cama nem mais um segundo
quero andar, quero correr, quero voar
já sem minha luz do sol mas com o brilhar da lua
onde apenas me guias pelas sombras na rua
Leva estas palavras, iletradas e toscas palavras.
Leva-as até à melodia do céu estrelado
e até à brisa do mar
leva estas palavras à saudade da areia,
mas guarda-as para ti.

alma de poeta

à(s) 17:45

alma de poeta sempre foi fria e embriagante
sempre foi cálida e inebriante,
extasiante de noite e de dia
caminha com tristeza, percorre as veias do poeta,
sem melodia, sem fado, sem harmonia
caminha sem cor, mergulha em penoso mar, mergulha na dor
alma vestida de anjo não sei pra onde me levas,
será para um guincho no céu, ou um lamento na trevas?

de onde vens?